Santa Catarina

  • Sábado deve ser de sol entre nuvens e calor em SC
    on 28 de março de 2020 at 08:00

    Máximas podem chegar aos 32ºC no Oeste e 29º no Sul do estado. Sábado será de sol entre nuvens em Santa Catarina Odemar Andrade/ NSC TV O sábado (28) dos catarinenses deve ser de sol entre nuvens e temperaturas elevadas em todos os cantos do estado, informou a Central NSC de Meteorologia. Durante todo o dia, há predomínio de sol com nuvens e calor. No Oeste e Sul do estado, por exemplo, as máximas podem chegar aos 32ºC e 29ºC, respectivamente. Nas demais regiões, as máximas podem alcançar 27ºC na Serra e 28ºC no Norte, Vale do Itajaí e Grande Florianópolis. Veja a previsão do tempo para a sua cidade no G1 Veja mais notícias do estado no G1 SC

  • Organizações científicas manifestam ‘preocupação’ com plano de retomada das atividades em SC
    on 28 de março de 2020 at 00:59

    Em documento, elas afirmam que relaxamento de medidas de isolamento ‘não encontra respaldo nas evidências científicas’. Sars-CoV-2 causa Covid-19 Getty Images via BBC Mais de 50 organizações científicas publicaram uma manifestação nesta sexta-feira (27) em que demonstram “preocupação” com o plano de retomada das atividades anunciado pelo governo de Santa Catarina. No documento, elas afirmaram que o relaxamento das medidas de isolamento social a partir da primeira semana de abril “não encontra respaldo nas evidências científicas disponíveis”. O G1 aguardava posicionamento do governo do estado até a publicação desta notícia. VÍDEOS: incubação, sintomas e mais perguntas e respostas BOATOS: O que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus “Além das orientações da Organização Mundial da Saúde, diversas sociedades médico-científicas reforçaram, em notas oficiais, a necessidade de continuidade do isolamento social, alertando que qualquer orientação contrária é irresponsável e pode pôr em risco a vida de milhares de pessoas”, disseram as organizações no documento. A manifestação é assinada por entidades como a Associação Brasileira de Enfermagem, Sociedade Brasileira de Virologia e Sociedade Brasileira de Imunologia, além de vários centros de ensino da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e núcleos de estudo da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc). Coronavírus: infográfico mostra principais formas de transmissão e sintomas da doença Infografia/G1 “Não há justificativas epidemiológicas para sustentar essa opção e ela tem o potencial de causar a explosão de infecções, hospitalizações e mortes no estado”, disseram as organizações sobre as medidas de retomada das atividades. As organizações também falam sobre a rede de atendimento a pacientes. “Também não podemos considerar que o sistema de saúde esteja preparado para receber a quantidade de pessoas que podem necessitar de cuidados intensivos. A proposta do governo de SC facilitará a disseminação do vírus, com mais pessoas doentes e mais necessidade de leitos de UTI”, afirmaram no documento. Santa Catarina tem 163 casos confirmados de Covid-19, a doença provocada pelo coronavírus, conforme divulgado em coletiva pelo governo do estado na noite desta sexta-feira (27). Um idoso de 86 anos morreu por causa da doença. Íntegra Confira abaixo a íntegra da manifestação: MANIFESTAÇÃO DE ENTIDADES CIENTÍFICAS E DA ÁREA DA SAÚDE SOBRE O PLANO ESTRATÉGICO DE RETOMADA DAS ATIVIDADES ECONÔMICAS ANUNCIADO PELO GOVERNO DO ESTADO DE SANTA CATARINA As entidades científicas, acadêmicas e de saúde que subscrevem este documento manifestam sua preocupação com a divulgação do plano de retomada econômica anunciado pelo Governo do estado em 26 de março de 2020. Entre outras medidas, tal plano prevê a abertura, a partir de 01/04, de diversos setores não essenciais, desde que limitem a entrada de pessoas a 50% da capacidade do estabelecimento, dentre outros condicionantes. Tanto quanto os demais setores da sociedade catarinense, as comunidades científica e médico-sanitária de SC também veem com grande preocupação a grave situação da pandemia de COVID-19, seja por seu impacto na saúde ou por seus efeitos econômicos. A ciência, assim como o sistema público de saúde, é diretamente dependente do desenvolvimento econômico, mas é também um de seus mais importantes propulsores. Na era do conhecimento, a ciência, que proporciona as bases para cerca de 96% da inovação produzida no país, é a mesma que dá suporte para proteger e melhorar a vida das pessoas. Em SC temos muitos exemplos disso: de novos anti-inflamatórios à criação de ostras, da fabricação de compressores que não atacam a camada de ozônio à telemedicina mais moderna do Brasil. No cenário atual, as medidas de contenção adotadas pelo governo do estado de SC estão suportadas em evidências científicas e por associações acadêmicas e assistenciais. Além das orientações da Organização Mundial da Saúde, diversas sociedades médico-científicas reforçaram, em notas oficiais, a necessidade de continuidade do isolamento social, alertando que qualquer orientação contrária é irresponsável e pode pôr em risco a vida de milhares de pessoas. Um artigo publicado na revista Science informa que as medidas drásticas de controle implementadas na China diminuíram substancialmente a expansão da COVID-19. Na Itália, o prefeito de Milão reconheceu que errou ao apoiar a campanha “Milão não para”: o número de mortos na cidade saltou de 12 para mais de 4 mil em poucas semanas. A decisão do governo do estado de SC em relaxar as medidas de isolamento social a partir da primeira semana de abril não encontra respaldo nas evidências científicas disponíveis. Não há justificativas epidemiológicas para sustentar essa opção e ela tem o potencial de causar a explosão de infecções, hospitalizações e mortes no estado. O número de casos novos da COVID-19 apresenta crescimento diário em SC desde 14 de março; estamos entre os estados com maior número de casos confirmados no país e a curva continua ascendente. Além disso, o Brasil registrou, na terceira semana de março, dez vezes mais internações por insuficiência respiratória grave que o esperado para o período, e foram reportados 100 mil novos casos de COVID-19 no mundo nos dois dias anteriores ao anúncio do governo estadual. Ou seja, a disseminação do vírus não está controlada e não há evidências de que já tenhamos conseguido achatar a curva de crescimento de casos novos, que até o momento é semelhante às de Itália e Espanha, onde tem havido muitas mortes. Também não podemos considerar que o sistema de saúde esteja preparado para receber a quantidade de pessoas que podem necessitar de cuidados intensivos. A proposta do governo de SC facilitará a disseminação do vírus, com mais pessoas doentes e mais necessidade de leitos de UTI. Essas são as evidências aprendidas com outros países e não há contraposição a elas. Apesar disso, não se tem conhecimento sobre qual a estimativa de casos novos e quantos precisarão ser hospitalizados. Existem projeções? Quais são? Que parâmetros de modelagem o estado está utilizando para embasar tão séria decisão? O estado tem 785 leitos de UTI, com ocupação média de 80%. Já são 474 casos confirmados, mas o número certamente é maior em função da baixa testagem. Estimativa de pesquisadores britânicos projeta cenário dramático para o Brasil, caso as estratégias de controle não sejam adequadas e haja grande contaminação. Para SC, que está sendo colocada na rota de baixo cuidado, as estimativas projetam necessidade de leitos hospitalares e demais equipamentos muito além do que há disponível. O estado tem mais idosos que a média do país – 17% da população total – e poucos deles vivem sozinhos. Nesse momento, a capacidade instalada e a disponibilidade de insumos não permitem a testagem em massa para identificar todos os casos, de modo a permitir isolamento apenas dos grupos de risco, pois não sabemos se eles estarão ou não em contato com portadores sem sintomas. Dados da própria Secretaria Estadual da Saúde de SC apontam que a doença ocorre mais frequentemente entre pessoas de 30 e 39 anos. Dados internacionais mostram que há muitos infectados jovens sem sintomas. Não há como ter um isolamento efetivo de grupos de risco nessas condições. As evidências já são cristalinas sobre a alta capacidade que o vírus tem em se disseminar, de causar hospitalizações e mortes nos pacientes que requerem internação. O caminho desenhado nesse momento por SC se mostrou desastroso em outros contextos internacionais. No enfrentamento à emergência sanitária causada pela COVID-19, não deve haver antagonismo entre a melhor evidência científica e a melhor ação para o estímulo econômico. A conduta a ser encaminhada pelos gestores públicos é aquela que protege a vida de seus cidadãos e suporta a economia mediante políticas eficientes. A estratégia anunciada pode nos transformar no primeiro estado que adotou medidas rigorosas de contenção da pandemia, no primeiro a sair destas medidas e – muito provavelmente – no primeiro a voltar a elas, a um preço muito maior e à custa de vidas de muitos cidadãos. MAIS QUE NUNCA, É HORA DE CONFIAR NA CIÊNCIA. Assinam esse manifesto em 27 de março de 2020: Secretaria Regional da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência de SC – SBPC-SC Departamento de Saúde Pública – CCS/UFSC Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco Associação Brasileira de Saúde Mental – Abrasme Associação Brasileira de Enfermagem – ABEN/SC Sociedade Brasileira de Bioética – Regional SC Sociedade Brasileira de Virologia – SBV Sociedade Brasileira de Imunologia – SBI Direção do Centro de Ciências da Saúde – CCS/UFSC Direção do Centro de Ciências Biológicas – CCB/UFSC Direção do Centro de Filosofia e Ciências Humanas – CFH/UFSC Direção do Centro de Ciências Físicas e Matemáticas – CFM/UFSC Direção do Centro de Ciências da Educação – CED/UFSC Direção do Centro de Ciências, Tecnologias e Saúde de Araranguá – CTS/UFSC Direção do Centro Tecnológico de Joinville – CTJ/UFSC Direção do Centro de Ciências Rurais de Curitibanos – UFSC Direção do Centro de Desportos da UFSC – CDS/UFSC Direção do Centro de Ciências Agrárias – CCA/UFSC Direção do Centro Sócio-Econômico – CSE/UFSC Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva – PPGSC/UFSC Programa de Pós-Graduação em Saúde Mental e Atenção Psicossocial – MPSM/UFSC Programa de Pós-Graduação em Nutrição – PPGN/UFSC Programa de Pós-Graduação em Linguística – PPGL/UFSC Programa de Pós-Graduação em Biologia Celular e do Desenvolvimento – UFSC Programa de Pós-Graduação em Biologia de Fungos, Algas e Plantas – UFSC Programa de Pós-Graduação em Bioquímica – UFSC Programa de Pós-Graduação em Biotecnologia e Biociências – UFSC Programa de Pós-Graduação em Ecologia – UFSC Programa de Pós-Graduação em Farmacologia – UFSC Programa de Pós-Graduação Multicêntrico em Ciências Fisiológicas – UFSC Programa de Pós-Graduação em Neurociências – UFSC Mestrado Profissional em Perícias Criminais Ambientais – UFSC Mestrado Profissional em Farmacologia – UFSC Mestrado Profissional em Ensino de Biologia – UFSC Departamento de Microbiologia, Imunologia e Parasitologia – CCB/UFSC Departamento de Nutrição – CCS/UFSC Departamento de Ginecologia e Obstetrícia – CCS/UFSC Departamento de Patologia – CCS/UFSC Coordenação do Curso de Graduação em Ciências Biológicas da UFSC Coordenação do Curso de Graduação em Farmácia da UFSC Coordenação do Curso de Graduação em Nutrição da UFSC Coordenação Local do Programa de Pós Graduação em Assistência Farmacêutica – associação de IES Núcleo de Promoção e Atenção Clínica à Saúde do Trabalhador – NUPAC-ST/UNESC Núcleo de Estudos e Pesquisas em Saúde do Trabalhador – NUPEST/UNESC Núcleo de Pesquisa de Nutrição em Produção de Refeições – NUPPRE/UFSC Núcleo de Estudos em Linguística Aplicada – NELA/UFSC Núcleo de Pesquisa e Extensão em Bioética e Saúde Coletiva – NUPEBISC/UFSC Grupos de Estudos em Linguagem, Cognição e Educação – GELCE/UFSC Grupo de Pesquisa em Farmacoepidemiologia – SPB/CCS/UFSC Grupo de Pesquisa em Política de Saúde – GPPS/CCS/UFSC Laboratório de Águas Urbanas e Técnicas Compensatórias – Lautec/UFSC Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis – SINTRASEM Fórum Saúde e Segurança do Trabalhador no Estado de Santa Catarina – FSST/SC Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 SC

  • Em parceria com Lacen, UFSC começa a fazer testes de detecção do coronavírus
    on 27 de março de 2020 at 23:04

    Estado está em situação de emergência por causa da Covid-19. Testes para detecção do novo coronavírus começaram a ser feitos na UFSC Robson Valverde/Secom A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) começou na quinta-feira (26) a fazer os testes de detecção do novo coronavírus, em parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), do estado. Até esta sexta (27), haviam sido confirmados 163 casos da Covid-19 em território catarinense, e uma morte em decorrência da doença. Desde fevereiro, o Lacen realizou mais de 1,3 mil testes que foram distribuídos aos municípios, e a ideia da parceria é ampliar o atendimento à demanda. A UFSC disponibilizou dois laboratórios, equipamentos e profissionais para fazer a detecção. Segundo o governo catarinense, as amostras continuarão sendo encaminhadas diretamente ao Lacen, laboratório de referência estadual e coordenador da rede pública laboratorial, mas após triagem, uma parte delas será direcionada à UFSC. O estado já decretou situação de emergência por causa da Covid-19 e proibiu o transporte público, eventos e aglomeração de pessoas em geral. Na semana que vem, começa a flexibilização da quarentena em relação a algumas atividades econômicas. Initial plugin text

  • VÍDEOS: NSC Notícias de sexta, 27 de março
    on 27 de março de 2020 at 22:50

    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Santa Catarina. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias de Santa Catarina.

  • Caminhões-pipa abastecem comunidades rurais de Chapecó durante estiagem
    on 27 de março de 2020 at 22:03

    Dois veículos com capacidade de 8 mil litros cada estiveram no local até a manhã desta sexta. Seca já afeta lavoura e produção de animais. Caminhões-pipa abastecem comunidades em Chapecó por causa da estiagem Dois veículos abasteceram 15 comunidades de Chapecó, no Oeste catarinense, com água até a manhã desta sexta-feira (27). A estiagem já prejudica lavouras, criação de animais e produção de leite. A área urbana do município também é atingida pelo problema. A cidade está em situação de emergência desde 29 de janeiro por causa disso. O lajeado São José, principal ponto de abastecimento de Chapecó, está em situação crítica, muito abaixo do nível normal. Por isso, a Casan pede para que a comunidade economize água, até porque o consumo aumentou nos últimos dias cerca de 30% na cidade por causa da quarentena em prevenção ao novo coronavírus. Os caminhões-pipa têm feito um rodízio entre as 15 comunidades para garantir o abastecimento no local. A situação da estiagem é grave no Oeste catarinense, com 28 cidades da região e também da Serra afetadas pelo problema. Veja mais notícias do estado no G1 SC

  • Número de casos de coronavírus em SC sobe para 163; estado estima prejuízo de R$ 1 bilhão
    on 27 de março de 2020 at 21:50

    Uma morte foi registrada no estado em função da Covid-19. Santa Catarina está em situação de emergência. Número de pessoas com coronavírus em Santa Catarina sobe para 163 O número de pacientes com o novo coronavírus subiu para 163 em Santa Catarina, divulgou o governo estadual em coletiva na noite desta sexta-feira (27), e as notificações suspeitas, atualmente 325, não serão mais divulgadas. O estado segue com o registro de uma morte em decorrência da doença e o governador, Carlos Moisés (PSL), voltou a pedir que a população fique em casa durante a quarentena. O Poder Executivo estima que o prejuízo na arrecadação referente a março e abril será de R$ 1 bilhão. VÍDEOS: incubação, sintomas e mais perguntas e respostas BOATOS: O que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Durante a coletiva, o governador também falou novamente sobre a retomada de alguns setores a partir da próxima semana e afirmou que o governo deve lançar na segunda (30) um aplicativo para tirar as dúvidas sobre as regras de como cada estabelecimento irá funcionar. Casos Em relação ao número de casos confirmados na quinta (26), houve um aumento de 9%. As cidades com casos confirmados são: Florianópolis – 27 Itajaí – 18 Blumenau – 12 Criciúma – 12 Balneário Camboriú – 9 Braço do Norte – 9 Joinville – 8 São José – 8 Tubarão – 8 Imbituba – 5 Camboriú – 4 Chapecó – 4 Gravatal – 3 Navegantes – 3 Porto Belo – 3 Jaguaruna – 2 Jaraguá do Sul – 2 Rancho Queimado – 2 Siderópolis – 2 Antônio Carlos – 1 caso Balneário Arroio do Silva – 1 Canelinha – 1 Gaspar – 1 Içara – 1 Itapema -1 Lages – 1 Laguna – 1 Pomerode – 1 São Lourenço do Oeste – 1 São Ludgero – 1 São Pedro de Alcântara – 1 Timbé do Sul – 1 Tijucas – 1 Outros estados – 5 Outros países – 3 O governo disse que não deve divulgar mais os casos suspeitos porque os exames só são feitos nas pessoas que procuram atendimento e pode haver outras com o vírus. “Resultado nunca vai corresponder aos casos”, disse o governador, acrescentando que o número será sempre menor do que a realidade. Coronavírus: infográfico mostra principais formas de transmissão e sintomas da doença Infografia/G1 Estado e municípios Ainda na coletiva, Moisés falou que teve uma reunião com os prefeitos dos 15 maiores municípios catarinenses e que pretende repetir o encontro semanalmente, porque “as prefeituras são parceiras do governo do estado”. Sobre cidades como Florianópolis, que prorrogou a quarentena até 8 de abril, o governador afirmou que elas não ferem as decisões estaduais. “Os municípios não descumprem o decreto quando impõem mais regras restritivas. Mas eles têm que fazer a fiscalização”, disse. Conforme o governador, as cidades desobedeceriam a ordem estadual se colocassem menos restrições do que a norma catarinense. Em relação aos municípios localizados longe de centros urbanos e que ainda não tiveram nenhum caso suspeito, o secretário de Estado da Saúde, Helton Zeferino, pediu que os moradores se previnam. “Tecnicamente, todo o território de Santa Catarina está suscetível ao contágio, todos estão suscetíveis. Inevitavelmente, temos entrada de insumos, transporte rodoviário, correio, eles podem levar o contágio até esses municípios. Todos nós precisamos ter ações individuais [de proteção contra o vírus]”. Sobre os recursos estaduais, o governo prevê “prejuízos gravíssimos” na arrecadação estadual referente a março e abril. “A gente estima que tenhamos a menos R$ 1 bilhão nos cofres públicos. Isso impacta fortemente na economia dos municípios porque os municípios recebem através do estado”, disse Moisés. Velórios Com a primeira morte em Santa Catarina, surgiu a dúvida de como evitar o contágio em velórios. Para o governo, a despedida deve ter limitação de pessoas. “Com relação aos pacientes, não há indicativo que haja risco de transmissão. Temos que ter cuidados com a aglomeração de pessoas”, disse o secretário. Ele também afirmou que o governo deve lançar orientações sobre velórios, com algum tipo de regulamentação do espaço entre as pessoas. Primeira morte O idoso de 86 anos que foi o primeiro paciente a morrer em função do novo coronavírus em território catarinense morava em uma casa de repouso em Antônio Carlos, na Grande Florianópolis, havia menos de uma semana quando foi internado no Hospital Regional de São José, na mesma região, por causa da doença. A família afirma que ele não apresentava sintomas da Covid-19. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 SC

  • Catarinense no Peru aguarda resultado de exame de Covid-19 para voltar ao Brasil
    on 27 de março de 2020 at 21:31

    Felipe Nahring, de 31 anos, foi submetido a testagem após paciente diagnosticado com a doença ter se hospedado no mesmo hotel onde o brasileiro estava. Catarinense no Peru busca autorização para voltar ao Brasil Raquel de Quadros Weber/Arquivo pessoal O catarinense Felipe Nahring, de 31 anos, está na cidade de Arequipa, no Sul do Peru, e tenta voltar ao Brasil desde o dia 16 de março. O engenheiro eletricista teve a viagem a Lima cancelada após o governo peruano suspender voos nacionais e decretar o fechamento das fronteiras por causa da pandemia do novo coronavírus. O Ministério das Relações Exteriores disse ao G1, nesta sexta-feira (27), que acompanha o caso. Outros catarinenses que estavam em Lima conseguiram retornar ao país. Entretanto, Felipe diz que não pôde embarcar no ônibus que saiu de Arequipa quinta-feira (27) rumo a Lima, mesmo tendo participado da força-tarefa junto ao consulado para conseguir a repatriação dos brasileiros que também estava na cidade. “Ontem à noite [quarta-feira, dia 25] fui surpreendido com diversos policiais e profissionais de saúde na porta do meu quarto colocando-me em quarentena, pois existe um suposto caso de Covid19 aqui no hotel, e portanto, o hotel dele ficar isolado até que todas as pessoas estejam testadas”, contou. Catarinense no Peru busca autorização para voltar ao Brasil Raquel de Quadros Weber/Divulgação O blumenauense conta que, após tentativas de negociações junto ao cônsul brasileiro, ficou definido que ele seria submetido ao exame para identificar ou não a doença. “[O resultado dos exames] devem estar prontos em três dias. Tendo resultado negativo, eu estarei liberado”, afirma. Em nota enviada ao G1, a Embaixada do Brasil em Lima afirmou ter conhecimento do caso e que está em contato com o catarinense. De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, o isolamento foi determinado pelas autoridades peruanas baseado em medidas gerais de contenção da disseminação de Covid-19. “O Itamaraty busca soluções para o caso, respeitando as decisões do governo local, para que o brasileiro confinado possa retornar ao país o mais rapidamente possível”, diz. A data de retorno do catarinense, caso ele não seja diagnosticado com o novo coronavírus, não foi informada pela embaixada. Retorno Outro grupo de catarinenses que estava na capital peruana conseguiu voltar ao Brasil no dia 20 de março. A estudante Raquel de Quadros Weber, de 20 anos, embarcou com a família em um dos dois voos disponibilizados. Catarinense no Peru busca autorização para voltar ao Brasil Raquel de Quadros Weber/Arquivo pessoal O encontro dos repatriados ocorreu na manhã do dia 20 de março, em frente à embaixada brasileira no Peru. De lá, quinze ônibus levaram os brasileiros até o aeroporto. “Ao chegar na embaixada, 6h30 da manhã já estava lotada de gente. Oficiais estavam conferindo os nomes nas listas para entrar no pátio e esperar os ônibus. Foram muito atenciosos, forneceram água a todos e o embaixador estava presencialmente ajudando a situação. O voo saiu às 14h30, e chegamos seguros em casa”, relatou. Veja outras notícias do estado no G1 SC

  • Incêndio atinge casas em comunidade no Centro de Florianópolis; VÍDEO
    on 27 de março de 2020 at 21:19

    Bombeiros foram acionados por volta das 15h. Não houve feridos. Incêndio atinge casas em comunidade no Centro de Florianópolis Um incêndio atingiu na tarde desta sexta-feira (27) três casas em uma comunidade no Centro de Florianópolis, próximo ao Hospital da Polícia Militar, informou o Corpo de Bombeiros. As equipes dos socorristas foram acionadas por volta das 15h para controlar o fogo. De acordo com os bombeiros, o local era de difícil acesso, mas as equipes conseguiram evitar que as chamas se alastrassem para outras residências. Ninguém se feriu. Incêndio atinge casas em comunidade no Centro de Florianópolis Comunicação Social/CBMSC Ainda de acordo com a assessoria do Corpo de Bombeiros, uma das casas atingidas era de madeira, o que pode ter facilitado a propagação do fogo. As causas do incêndio não foram divulgadas. Incêndio atinge casas no Centro de Florianópolis Incêndio atinge casas no Centro de Florianópolis Comunicação Social/CBMSC Veja mais notícias do estado no G1 SC

  • ‘Me resguardei desde o primeiro dia de todo mundo, me isolei’, disse paciente curado do coronavírus em SC
    on 27 de março de 2020 at 21:04

    Paciente de 52 anos precisou ficar em UTI em Içara. ‘Vamos agora é ficar em casa’, diz ele em vídeo ao G1. Paciente curado do coronavírus em SC pede para catarinenses ficarem em casa Febre, tosse e um pouco de falta de ar deixaram Rogério Koch, de 52 anos desconfiado. “Me resguardei desde o primeiro dia de todo mundo, me isolei, procurei sair pouco de casa”, relatou. Em 15 de março, ele foi diagnosticado com Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. Ao G1, ele contou sobre os sintomas, os dias em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Içara, no Sul catarinense, e o isolamento social. E em vídeo, faz um pedido: “Vamos agora é ficar em casa”. GUIA ILUSTRADO: sintomas, transmissão e prevenção Veja o que é #FATO ou #FAKE sobre o coronavírus Rogério é morador de Braço do Norte, também no Sul do estado. “Os sintomas foram febre, tosse, diarreia, um pouco de falta de ar e aí eu procurei o hospital”, disse. Ele foi atendido em Braço do Norte, onde foram feitos triagem e exames. “Ali já me isolaram. Isso foi numa quinta-feira [12]”, relatou. O diagnóstico veio no domingo (15) e Rogério foi encaminhado ao Hospital São Donato, em Içara, e foi para a Unidade de Terapia Intensiva. “Viram que os meus batimentos, minha respiração estavam ruins e aí me botaram na UTI”, disse. “A questão do medo, claro, todo mundo tem. Mesmo quem não pegou, tem medo. Eu senti medo sim, claro, mas me entreguei a Deus quando estava mal. Quando veio o resultado, me entreguei a Deus, disse ‘que seja que Deus quiser'”, declarou. Ele temia pela mulher, de 48 anos, e os filhos, um de 26 e uma adolescente de 17. Todos contraíram o vírus. “Estamos todos bem. Ela está bem, está com alguns sintomas ainda de febre, mas isso é do vírus mesmo, e estamos já quase fora da quarentena. Meus dois filhos não tiveram sintoma nenhum, graças a Deus”, disse. Ele teve alta do hospital em 20 de março. Rogério Koch, de 52 anos, teve Covid-19 e chegou a ficar internado na UTI em SC Reprodução Elogio aos profissionais da saúde Rogério também falou que enquanto esteve internado tomou “bastante antibiótico”, que quando foi para a UTI já estava “bem mal” e que não pensou que fosse conseguir vencer a doença. “Entreguei-me a Deus. Deixei, pensei comigo: ‘vou deixar que Deus tome as providências e deixa na mão desses heróis que estão aqui lutando’. Achei que ia morrer, mas os heróis que estão na na linha de frente, médicos, enfermeiros, técnicos, deixei fazerem todos os exames possíveis que tinham que fazer, não resistia, fiquei inerte, fiquei parado e deixei na mão de Deus”, relatou. Ele também elogiou o hospital e a equipe médica em Içara. “Fui muito bem tratado, com tudo que tinha direito, que tinha à disposição na mão deles. Esse é o meu maior medo, daqui para frente não ter todas as coisas que eu tive”, disse. “Todos da equipe médica sempre me motivando, que eu ia ficar bem, que eu era uma pessoa que não tinha nenhuma doença que ficasse pior. Meu único problema é a pressão alta. De resto, nunca fui fumante, nunca tive diabetes”, afirmou. A família está isolada em casa, ainda em quarentena, contou. “Termina domingo [29], mas vamos ainda ficar um pouco mais em casa, de um jeito ou de outro”, disse Rogério. Os cuidados para a prevenção do vírus vão continuar, garantiu: “Sabão, limpar as mãos, álcool em gel, os cuidados normal de quem não pegou. E também, para se tiver algum resquício, não transmitir pra ninguém claro”, disse. Recado Em vídeo, Rogério passou um recado à sociedade: “Gostaria de dizer que todos ficassem em casa, obedecendo a Vigilância Sanitária, que é o que todo mundo tem que fazer agora pra frente. E que não se apavorem, não precisa se apavorar, ter medo, que isso ainda é o começo. E a gente lutando, a gente consegue. Vamos agora é ficar em casa”. Coronavírus no estado Santa Catarina tem 149 casos de Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, e 325 casos suspeitos. As informações foram divulgadas pelo governo do estado em coletiva na noite de quinta (26). Santa Catarina também teve uma morte pela doença, de um idoso de 86 anos. Initial plugin text Veja mais notícias do estado no G1 SC

  • Coronavírus: Prefeitura de Florianópolis prorroga quarentena até 8 de abril
    on 27 de março de 2020 at 20:49

    Decisão foi anunciada um dia depois de o governo catarinense anunciar retomada gradativa das atividades a partir da próxima semana. Prefeitura de Florianópolis prorroga quarentena até 8 de abril; especialista valia A prefeitura de Florianópolis anunciou nesta sexta-feira (27) que prorrogou a quarentena na cidade até o dia 8 de abril. A medida foi tomada um dia depois de o governo de Santa Catarina divulgar a flexibilização do funcionamento de diversas atividades que estavam paradas em função de medidas restritivas por causa do coronavírus. As novas regras (veja abaixo) constam de decreto que ainda será publicado, informou a prefeitura. Até esta sexta, o estado tinha 163 casos de coronavírus, sendo 27 na capital catarinense, e registrou uma morte provocada pela Covid-19. Prefeitura de Florianópolis prorrogou a quarentena até o dia 8 de abril Divulgação/Prefeitura de Florianópolis Em vídeo divulgado pela administração municipal, o prefeito Gean Loureiro (sem partido) diz que a decisão foi tomada seguindo critérios técnicos e que, antes de liberar as atividades, a prefeitura quer comprar milhares de kits para fazer testes rápidos e em massa da população para Covid-19. Loureiro cita ainda a cidade italiana de Milão, uma das mais afetadas pela pandemia, como exemplo de que é preciso manter a quarentena. “Há apenas 30 dias, a cidade não registrava uma morte sequer por conta do coronavírus. Parte da sociedade local lançou, então, um grande movimento chamado ‘Milão Não Para’. As pessoas saíram as ruas, enchendo shoppings, academias, bares e o transporte público. O resultado foi trágico: até o dia de hoje, mais de 4,4 mil pessoas já morreram por conta do Covid-19 apenas na cidade de Mlão”, disse. Ficam proibidos até 8 de abril: Atendimento ao público dentro de restaurantes, lanchonetes e cafés; Shoppings, academias, cinemas, bares, casas noturnas, cinemas e comércio em geral; Serviços públicos considerados não essenciais; Entrada de novos hóspedes no setor hoteleiro, incluindo locações temporárias individuais; Transporte coletivo; Aulas em creches, escolas e universidades. Ficam permitidos, desde que obedecidas as regras: Restaurantes, lanchonetes e cafés somente para retirada dos produtos na porte e delivery; Serviços autônomos e de profissionais liberais, com agendamento para atendimento individual, limite máximo de 50% da capacidade e distância de 1,5 metro entre as pessoas; Salões de beleza e barbearias, com limite máximo de 50% da capacidade, com distância mínima de 1,5 metro entre cada cliente, além de uso de luvas e máscaras; Funerais, com menor número possível de pessoas pelo menor tempo possível, respeitando o limite de 50% da capacidade de público; Construção civil, mas sem alojamento coletivo para trabalhadores ou aglomeração. A suspensão das aulas e do transporte coletivo é uma das proibições do estado até o dia 19 de março, por força de decreto. Na quinta, o governo informou que alguns setores poderão reabrir a partir da próxima semana, com restrições, mas que ainda continuam proibidas aglomerações de pessoas em eventos e em locais públicos como parques, praias e praças. A recomendação é que a população evite sair de casa. Veja mais notícias do estado no G1 SC