Rio Grande do Sul

  • Granizo atinge cidades do interior do Rio Grande do Sul; veja o vídeo
    on 22 de março de 2019 at 19:37

    No interior de Guaporé, agricultor relata estragos em plantação de soja. Emater do município informa que houve registro do fenômeno também em Nova Bassano e Nova Prata, na Serra. Chuva forte de granizo atinge o município de Guaporé Cidades da Serra do Rio Grande do Sul registraram queda de granizo na tarde desta sexta-feira (22). Um agricultor da localidade de Linha Colombo – Usina, em Guaporé, registrou em vídeo as pedras de gelo na propriedade onde mora (veja acima). Segundo Alécio Alba, houve estragos na plantação de soja, mas ele não conseguiu avaliar a proporção. A Emater de Guaporé informou que também ocorreu queda de granizo em outras cidades da Serra, como Nova Bassano e Nova Prata. A Defesa Civil do Rio Grande do Sul não tem registros de danos. A previsão da Somar Meteorologia indicava nuvens espalhadas pelo estado e possibilidade de chuva para esta sexta. A meteorologista Patricia Vieira acrescenta que ocorreram alguns temporais isolados. Queda de granizo em Guaporé Alécio Alba “Tivemos a passagem de uma massa de ar frio sobre o Rio Grande do Sul, que resfriou toda a atmosfera desde quarta-feira. Agora, são áreas de instabilidade formadas a mais de 10 km de altura que trouxeram nuvens carregadas e temporais isolados. Nuvens carregadas são muito profundas, e com a atmosfera mais resfriada há uma grande porção dentro da nuvem com temperatura abaixo de zero grau (ponto de congelamento). Assim, a formação de granizo é mais favorecida”, explica. De acordo com a meteorologista, “a condição para granizo diminui bastante, mas o Nordeste do estado ainda seria propício à nuvens carregadas e passageiras até o final da sexta-feira.” No sábado (23), a Somar diz que o tempo deve voltar a ficar firme na maior parte do estado. Pode chover fraco no Litoral e na divisa com Santa Catarina. As temperaturas seguem amenas, mas com tendência de elevação durante o fim de semana. As temperaturas deverão voltar a cair a partir de segunda-feira (25), conforme a Somar. A previsão é de que o outono no Rio Grande do Sul tenha chuva acima da média, e períodos de frio devem ser mais espaçados. Agricultor diz que teve perda de soja com queda de granizo em Guaporé Alécio Alba […]

  • VÍDEOS: Jornal do Almoço desta sexta-feira, 22 de março
    on 22 de março de 2019 at 18:12

    […]

  • Operação policial combate o tráfico de drogas na Região Metropolitana de Porto Alegre
    on 22 de março de 2019 at 16:41

    Sete pessoas foram presas, e um adolescente, apreendido. Polícia cumpre 28 ordens judiciais. Operação policial descobre esquema de tráfico de drogas em cidades do RS Após seis meses de investigação, a Polícia Civil realizou, nesta sexta-feira (22), uma operação de combate ao tráfico de drogas na Região Metropolitana de Porto Alegre. Sete pessoas haviam sido presas (duas em flagrante), e um adolescente, apreendido, conforme informação atualizada pela polícia durante a tarde. São cumpridas 28 ordens judiciais, sendo 14 mandados de busca e apreensão, 13 mandados de prisão preventiva e uma ordem de apreensão de um menor de 18 anos. Também devem ser bloqueadas cinco contas bancárias suspeitas. A operação recebeu o nome de “Dinastia”. Operação Dinastia cumpre 28 ordens judiciais Divulgação/Polícia Civil De acordo com a polícia, o grupo alvo da operação, com atuação no bairro conhecido como Vila Pedreira, em Esteio, é suspeito de repassar drogas a outros municípios da região. A organização criminosa, conforme a polícia, é comandada por uma mulher, que assumiu o lugar de seu marido. Segundo a investigação, o grupo explorava um esquema mais “sofisticado” de distribuição de drogas a partir de entregas por meio de aplicativos de transporte. Além da venda de entorpecentes, foi detectada uma suspeita de utilização de contas bancárias para lavagem de dinheiro do crime. “Além do tráfico de drogas, visa a combater roubo de veículos e também se investiga a realização de provável ocultação de valores por meio de contas bancárias desse dinheiro oriundo das atividades ilícitas”, destacou a delegada Clarissa Demartini. Prisões e apreensões (até as 12h): 5 presos preventivamente 2 presos em flagrante (portando drogas) 1 adolescente apreendido Foram apreendidos celular, drogas e rádios comunicadores Prisões começaram a ser feitas na manhã desta sexta-feira na Região Metropolitana de Porto Alegre Divulgação/Polícia Civ […]

  • Aulas são suspensas em cidades do RS devido a manifestações
    on 22 de março de 2019 at 15:48

    Professores e funcionários participam de atos na Região Central e no Noroeste do estado. Pela manhã, trânsito foi interrompido na ERS-324, no Norte do estado. E na tarde, Porto Alegre e Bagé também tiveram mobilizações. Protesto contra a reforma da Previdência ocorre na Praça de Ijuí, no Noroeste do estado Reprodução/RBS TV Escolas do Rio Grande do Sul suspenderam as aulas nesta sexta-feira (22) devido a protestos que ocorrem em todo o país contra a reforma da Previdência. Professores, funcionários e entidades de classe participam do ato. De manhã, no Noroeste do estado, 35 escolas paralisaram as atividades completa ou parcialmente. Em Ijuí, a manifestação começou às 9h na Praça da República e deve seguir durante a tarde. O ato foi organizado pelos sindicatos da região e, além de professores e funcionários, reuniu também estudantes para um debate sobre as mudanças sugeridas pelo governo federal e sobre o impacto dessas mudanças para os trabalhadores. Escolas estão paralisadas em Santa Maria nesta sexta-feira (22) Reprodução/RBS TV Na Região Central, a paralisação foi na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e em escolas estaduais. De acordo com o sindicato dos professores estaduais, o CPERS, pelo menos 30 das 40 escolas do estado em Santa Maria tiveram as atividades total ou parcialmente canceladas. Na UFSM, de acordo com o sindicato dos docentes, foi convocada uma paralisação de 24 horas para professores e servidores da instituição. No Norte do estado, em Passo Fundo, segundo o CPERS, das 36 escolas estaduais, 14 estão paralisadas total ou parcialmente. O CPERS também registrou adesão aos protestos em Júlio de Castilhos, São Martinho da Serra, Silveira Martins, Cacequi, Formigueiro e Pinhal Grande. Outros protestos pelo estado Na ERS-324, em Pontão, trânsito foi interrompido Reprodução/RBS TV Na ERS-324, em Pontão, na Região Norte do estado, trabalhadores rurais, professores e integrantes de movimentos sociais interromperam o trânsito durante a manhã. A cada 15 minutos, o grupo liberava o fluxo. O protesto começou às 8h e terminou por volta das 11h. Em Três de Maio, na Região Noroeste, um ato na Praça da Bandeira reuniu, durante a manhã, cerca de 200 pessoas que representam diversas categorias. A maior parte do grupo era formada por professores e estudantes. Porto Alegre e Bagé Na capital, a mobilização acontece no Centro da cidade, no início da tarde. Os manifestantes passarão pelas ruas Alberto Bins, Dr Flores, Salgado Filho, Jerônimo Coelho rumo ao Palácio Piratini, que fica na Duque de Caxias. Às 18h também está programado um ato na Esquina Democrática. Manifestação em Porto Alegre começou à tarde, no Centro, com uma caminhada até o Palácio Piratini Divulgação/EPTC E em Bagé, na Região da Campanha, o protesto começou às 14h, na praça Silveira Martins. Um ato está marcado para às 18h. Além dos professores, participam da manifestação contra a reforma da previdência os municipários, comerciários, bancários e outros trabalhadores. Em Bagé, trabalhadores se reúnem na praça Saldanha Marinho, no Centro da cidade Lauren Trindade/RBS TV […]

  • PM suspeito de participar de grupo que gerencia venda e distribuição de drogas é preso em São Gabriel
    on 22 de março de 2019 at 14:55

    Prisão ocorreu durante operação na quinta-feira (21). Inquérito Policial Militar foi aberto para investigar o caso. Outras oito pessoas foram presas. Operação em São Gabriel prendeu policial militar Polícia Civil/Divulgação Um policial militar foi preso durante operação realizada em São Gabriel, na Região Central do Rio Grande do Sul, na quinta-feira (21). Ele foi levado para uma cadeia da Brigada Militar em Porto Alegre, onde segue detido. Conforme a Polícia Civil, o PM é suspeito de participar de uma quadrilha que gerencia a venda e distribuição de drogas na cidade e também no Presídio Estadual. Ao todo, nove pessoas foram presas na operação. O policial foi preso em casa. Com ele, foi apreendida uma pequena quantidade de maconha. Um Inquérito Policial Militar foi aberto para investigar o caso. A reportagem não conseguiu contato com o Comando da BM em Santana do Livramento, do qual o PM faz parte. Ao todo, nove pessoas foram presas em operação em São Gabriel Polícia Civil/Divulgação […]

  • Em entrevista a rádio, Mourão afirma que MEC precisa de ‘freio de arrumação’
    on 22 de março de 2019 at 13:59

    Vice-presidente afirmou que situação na pasta será organizada nos próximos dias . Secretaria-executiva da pasta teve três nomes anunciados em três meses. O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta sexta-feira (22) que o Ministério da Educação (MEC) precisa de um “freio de arrumação”. Mourão deu a declaração durante entrevista à Rádio Gaúcha. Ele foi perguntado se está “desconfortável” com os “desencontros” verificados na pasta, comandada por Ricardo Vélez Rodríguez. Para a secretaria-executiva do MEC, por exemplo, houve anúncio de três nomes anunciados em três meses de governo. “O Ministério da Educação tem que tomar um freio de arrumação, como a gente diz. Eu julgo que o presidente [Jair Bolsonaro] já conversou com o ministro Vélez [Rodríguez] e vai ser organizado isso nos próximos dias”, respondeu Mourão. O vice-presidente Hamilton Mourão Adnilton Farias/PR O episódio mais recente foi a saída de Iolene Lima do ministério. Oito dias após ter sido anunciada pelo ministro como secretária-executiva do MEC, cargo considerado o “número dois” na pasta, a própria Iolene informou sua exoneração em uma rede social. A nomeação de Iolene nem chegou a ser publicada no “Diário Oficial da União”, mas ela acompanhou Vélez Rodríguez em compromissos públicos. Entre eles, esteve ao lado do ministro na visita a Suzano prestar solidariedade às vítimas do ataque a tiros em uma escola. Vélez Rodríguez, que chegou a ter a demissão especulada nas últimas semanadas, foi indicado pelo escritor de direita Olavo de Carvalho, que também sugeriu vários assessores para ocupar cargos dentro do MEC. O governo acatou as sugestões. Crise no ministério O ministro Ricardo Veléz Rodríguez está no centro de uma crise política e está sendo alvo de pressões para deixar o posto. Veja abaixo o resumo e, em seguida, a explicação mais detalhada do caso: O ministro Rodríguez foi indicado pelo escritor de direita Olavo de Carvalho Ele montou o ministério com civis e militares Rodríguez é criticado pela falta de resultados e por polêmicas como a do hino nacional Houve críticas sobre a influência do coronel-aviador Ricardo Roquetti, um dos principais assessores do ministro Rodríguez Uma das polêmicas mais recentes envolve uma carta enviada às escolas com o slogan de campanha do Bolsonaro e com o pedido de filmagem de menores Bolsonaro determinou que o ministro fizesse demissões Luiz Antônio Tozi deixou o cargo de secretário-executivo Rubens Barreto da Silva assumiu o lugar de Tozi como secretário-executivo Dias depois, o ministro anunciou Iolene Lima para o cargo de secretária-executiva Sem ter sido nomeada oficialmente, Iolene anunciou que não fazia mais parte do MEC De acordo com o colunista do G1 Valdo Cruz, há um “guerra” no MEC envolvendo dois grupos: um ligado a Olavo de Carvalho e o outro formado por militares que foram nomeados para a pasta. Em meio à disputa interna, Rodríguez se envolveu em muitas polêmicas. Em uma delas, no fim de fevereiro, o ministro enviou uma carta às escolas de todo o país pedindo que as crianças fossem filmadas cantando o Hino Nacional. O Estatuto da Criança e do Adolescente veta a divulgação de imagens de menores de idade sem autorização dos pais. Na carta, o ministro ainda reproduzia o slogan de campanha de Jair Bolsonaro, o que pode ferir a Constituição de acordo com o artigo 37, que diz que a administração pública de qualquer um dos poderes deve seguir os princípios da “legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência”. “Brasileiros! Vamos saudar o Brasil dos novos tempos e celebrar a educação responsável e de qualidade a ser desenvolvida na nossa escola pelos professores, em benefício de vocês, alunos, que constituem a nova geração. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos!”, dizia a carta. O Ministério Público Federal em Brasília informou que vai apurar se o ministro cometeu improbidade administrativa. Para tentar acabar com a guerra interna, o presidente Jair Bolsonaro determinou que o ministro demitisse não só assessores, mas também militares. Até terça (12), o secretário-executivo do MEC era Luiz Antônio Tozi. Ele foi demitido como último ato de uma “reestruturação” promovida pelo ministro. Com a saída de Tozi, o nome de Rubens Barreto da Silva chegou a ser anunciado por Rodríguez, também em rede social. A nomeação de Barreto no cargo, no entanto, não chegou a ser publicada no “Diário Oficial da União”. Iolene Lima foi o terceiro nome indicado para o cargo no MEC. Em três meses de governo, o “número dois” da pasta ainda não está definido. […]

  • Júri de três acusados por ataque a judeus em Porto Alegre é retomado nesta sexta
    on 22 de março de 2019 at 12:22

    Primeiro dia de julgamento ocorreu na quinta (21) e durou 13 horas. Três pessoas são julgadas pelas agressões, ocorridas em 2005. Em 2018, outros três foram condenados. Réu Daniel Vieira Sperk foi interrogado na manhã desta sexta (22) Bernardo Bortolotto/ RBS TV Foi retomado na manhã desta sexta-feira (22) o júri de três acusados de atacar um grupo de judeus no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre, em 2005. O primeiro dia de julgamento ocorreu na quinta (21) e durou 13 horas. Nesta sexta, o júri começou por volta das 9h10 com o interrogatório de um dos acusados, Daniel Vieira Sperk. Ele disse ter sido somente punk e afirmou já ter sido agredido por neonazistas (anterior ao fato). “Sou totalmente inocente. Eu sempre lutei contra o nazismo. Há 14 anos as pessoas me chamam de nazista. Eu nunca fui violento. Eu nunca tive passagem na polícia. Me tiraram para bode expiatório”, disse. “Eu acho que eles fizeram este complô comigo porque não era amigo deles, acho que por ser punk, não sei. Eu não ataquei ninguém. Não tenho qualquer tipo de preconceito”, acrescentou. Por volta das 11h, o outro réu Leandro Comaru Jachetti começou a ser interrogado. O terceiro acusado Marcelo Moraes Cecílio foi ouvido na quinta. Leandro também negou participação. Réu Leandro é interrogado no júri sobre ataque a judeus em 2005 TJ-RS/Divulgação “Quando começou a briga foi um empurra-empurra. Eu me defendi para não ser agredido. É uma defesa”, afirmou. A promotora Lúcia Helena Callegari apresentou fotos, no painel, de Leandro com alguns integrantes do grupo Carecas do Brasil e o questionou: “Por que o senhor diz que não tem nada com isso?” O réu negou que algum dos materiais alusivos ao nazismo expostos no júri fosse dele. Sustentação do MP Após os interrogatórios, o julgamento entrou na etapa de debate, em que a acusação e as defesas apresentam as sustentações aos jurados. O promotor Luiz Eduardo de Oliveira Azevedo tomou a palavra, e começou narrar para os jurados como o ataque aconteceu. “O Israel e o Socó passaram a espancar o Rodrigo. Israel chegou a dar ‘tiro de meta’ no Rodrigo. Este no desespero tenta esconder sua cabeça embaixo de um carro. Aí que surge outro e puxa ele”, descreve. Depois, foi a vez da promotora Lúcia Helena Callegari se manifestar. “Oito de maio de 2005. Mães não comemoraram o Dia das Mães. Porque aqui neste plenário há três pessoas que não deixaram acontecer isso. Por quê? Porque era o fim do Terceiro Reich, o fim do Holocausto”, diz. Lúcia Helena destacou trecho de depoimento do irmão de um dos agredidos, que estava dentro do bar na noite do ataque. Ele disse ter ouvido a frase: “Tem judeu lá fora”. Ela contestou a alegação dos réus, de que seriam inocentes, afirmando que eles têm tatuagens alusivas ao movimento skinhead. “Vejam as tatuagens deles. Muito fácil chegar aqui e dizer: ‘eu não tenho nada a ver'”, enfatiza. Promotora Lúcia Helena Callegari escreve o que cada réu teria feito às vítimas em sua sustentação Divulgação/TJ-RS A promotora recordou que o irmão de um dos jovens agredidos na época disse que o réu Marcelo foi um dos agressores. A defesa contestou a declaração, e Lúcia Helena disse também que duas testemunhas também reconheceram o acusado. “Não podemos permitir que a história se repita. Nós temos que provar que não toleramos o preconceito. Eles têm que ser punidos”, disse. Depois do Ministério Público, foi a vez do assistente de acusação João Batista Costa Saraiva falar. “Na época dos fatos, um adolescente ficou recolhido três anos. Já eles [os réus] estão aqui até hoje, desde 2005, respondendo em liberdade”, disse Saraiva. Ele falou sobre o medo que os agredidos continuaram sentindo depois do crime. “O quipá, por exemplo, o Alan nunca mais conseguiu usar. Já viram isso? O quipá fala da sua alma, fala do seu Deus. E ele passou a não usar mais”, destacou. Júri cancelado O júri dos três réus havia sido cancelado, em novembro do ano passado, depois dos jurados manifestarem interesse em ouvir uma nova testemunha do caso. Os acusados são apontados pelo Ministério Público como os responsáveis por espancar e esfaquear uma das vítimas do ataque que aconteceu há 14 anos. O crime aconteceu na frente de um bar, na Capital. Um grupo de neonazistas agrediu três jovens judeus, identificados pelo quipá, o chapéu judaico. Um deles ficou internado por semanas no hospital. O Tribunal de Justiça informou que não há previsão de que o júri termine nesta sexta. Primeiro dia O primeiro dia do terceiro júri do caso – o primeiro teve três condenações e o segundo foi cancelado – teve depoimento das vítimas do crime, de seis testemunhas (três de de acusação e três, de defesa), e de um dos réus. Por volta das 9h30, foi feito o sorteio dos jurados e a sessão foi iniciada com o depoimento das vítimas. Alan Floyd Gisztejn narrou o ataque. “Saí correndo logo que fui agredido. Fugi do bar. Fiquei na Rua Sofia Veloso. Respirei um pouco. No que eu voltei, vi o Rodrigo sendo agredido. Só não sabia que ele estava sendo esfaqueado”, relembrou. Ele contou no júri também que ficou com medo de uma nova agressão, e que só voltou a usar o quipá durante uma viagem a Israel. A segunda vítima, Rodrigo Fontella, passou por situação parecida, conforme seu depoimento. “Depois deste fato eu fiquei paranoico, com medo de sair (…) Hoje eu só quero que tenha justiça”, disse. Terminados os depoimentos das vítimas, foram ouvidas as testemunhas de acusação. Um médico que ajudou os agredidos informou ao júri que os réus seguiram com as agressões mesmo sem reação. Outra testemunha, uma advogada e professora que também presenciou o crime, descreveu as roupas dos acusados. “Eu estava no bar, eles estavam todos caracterizados. Não existe um judeu no mundo que não reconheça um skinhead”, disse. A sessão teve uma pausa, e retornou por volta das 20h para o interrogatório das testemunhas de defesa. Um professor de artes marciais, que deu aula para Leandro Comaru Jachetti, foi convocado pelos advogados dele para prestar seus esclarecimentos. A companheira de Jachetti e um familiar de Marcelo Moraes Cecílio também falou pela defesa. Quase às 21h, teve início o depoimento do primeiro réu no caso, Marcelo Moraes Cecílio. Nos primeiros instantes, ele confirmou que esteve no bar, para o aniversário de conhecidos. Relatou que foi ao banheiro e, quando saiu, o lugar já estava vazio, e que não chegou a ver a briga. Cecílio também disse não ter preconceito, e negou ter sido skinhead. Ao ser confrontado pela promotora, lembrando que ele disse em depoimento anterior ser skinhead, ele negou ter feito essa afirmação. O júri foi encerrado por volta das 22h45. Initial plugin text […]

  • MTG cria departamento de bem estar animal
    on 22 de março de 2019 at 11:59

    Medidas incluem sistema de gotejamento para refrescar os bichos durante as provas. Vanderlei mostra proteção nos bretes para evitar atrito com madeira. Giovani Grizotti O Movimento Tradicionalista Gaúcho decidiu criar o Departamento de Bem Estar dos Animais. A ideia partiu do vice-presidente campeiro Vanderlei Rosa (foto) e já tem resultados práticos: na Festa Campeira do Rio Grande do Sul, realizada no fim de semana passado, em Xangri-Lá, várias medidas foram adotadas para minimizar o impacto das provas naquelas que são consideradas as estrelas desse tipo de evento: um sistema de gotejamento foi criado no brete para refrescar os bois e proteções de borracha foram colocadas na saída e no final da cancha, para evitar o atrito entre os animais e as estruturas. A ideia de Rosa é fazer com que iniciativas como essas sejam condição para a a emissão do certificado que libera as pistas de laço para a prática de rodeios, tarefa que cabe ao MTG. Ele também pretende organizar seminários no estado para discutir outras possíveis medidas que buscam conscientizar autoridades e ONGs de que os tradicionalistas são os principais interessados em conciliar proteção aos bichos com tradição. Gotejamento refresca animais durante as provas Giovani Grizott […]

  • VÍDEOS: Bom Dia Rio Grande de sexta-feira, 22 de março
    on 22 de março de 2019 at 10:48

    Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Rio Grande do Sul. Assista aos vídeos do telejornal com as notícias do Rio Grande do Sul. […]

  • Motociclista morre em colisão em Pelotas
    on 22 de março de 2019 at 01:49

    Vítima de 52 anos morreu no local, conforme a Polícia Rodoviária Federal. Motociclista bate na traseira de Gol, que trafegava no mesmo sentido. Vítima morreu no local, conforme Polícia Rodoviária Federal Divulgação/PRF Um motociclista morreu no fim da tarde de quinta-feira (21), no km 71 da BR-392 de Pelotas, no Sul do Rio Grande do Sul. Conforme a PRF, ele trafegava numa motocicleta Suzuki quando colidiu na traseira de um Gol, que ia no mesmo sentido. A vítima morreu no local. O acidente aconteceu próximo ao Centro de Eventos da cidade. O trânsito não chegou a ser interrompido. […]